sábado, 28 de abril de 2007

Quero um amor para as estações frias [2]

No esforço da guerra,
tiro para todos os lados,
simpatia e falas forçadas,
meu Deus, e, até agora, nada.

Uma eu já comi,
outra eu já peguei;
outras sempre quise o que sobrou eu já chutei.

Mas pooorra!...
Agora, agooora,no frio cadente do outono,
ninguém pra me dar bola?
Aaaahhh...
Pra dar bola tem de sobra,
mas no fim da história, quem sobra sou eu.
Ado, ado, ado, vai tomá no cu.


Por Daniel, em homenagem a todas as Paolas

8 comentários:

Manoela disse...

Hahahahahahahahaahahaha!

Daniel disse...

Eu juro que eu não tô bêbado

Daniel disse...

Eu juro que eu não tô bêbado

Renata disse...

Vai congelar igual o Jack Torrance no labirinto do Overlook Hotel, desgraçaaaado!

Hahahaha... brincadeirinha. =P

E quem é Daniel, o cantor?

Thais Pryscilla disse...

Paulim, apesar de não entender praticamente porra nenhuma do teu post, tô aqui deixando o meu novo endereço, tá? http://violaovozevinho.blogspot.com

Cansei do UOL...

Dani disse...

WTF?????????????

karina_peixoto disse...

Leram a minha mente nessa bagaça, e publicaram da maneira mais transparente do planeta como essa penosa época do ano é punk! Que bicho de pelúcia o quê... o que resolve friaca é gente! ;-)

Caros, quem assina esse comentário é 'uma' alguém à disposição dos garotos que precisam de apoio nessa estação tão gélida, hahaha!

Ah, beijo pra minha mãe, pro meu pai e pro Paulo!

mari_dox disse...

"O ar frio encanado denunciou-me um corredor. Deixei-me conduzir pela escuridão no ar frio.
De repente, do fundo de um aposento invisível, alguém tossiu.
Eu estremeci na mão da velha.
- Não faça caso, balbuciou-me ela ao ouvido. É a minha filha... que sofre de asma...
Pouco adiante, uma porta de vidraças vagamente clareada fez-me deter o passo. Um homem escarrou.
- Não faça caso, segredou-me a velha... Meu neto dorme aqui com a mulher...
Adiante ainda rangeu manhosamente o choro de um menino.
- Não faça caso... É o meu bisnetinho...
Outra criança rompeu em choro para acompanhar a primeira.
A velha não me disse se era o tetraneto...
Pois, senhores, fala-se em juventude... primavera... primavera... fala-se em verão... Não acreditem, meus amigos, não acreditem no inverno." - Amor de Inverno - Raul Pompéia