sexta-feira, 10 de abril de 2009

Ele não está...

A Fabi (minha namorada, e o Greg usa o adorável termo "patroa" - que exemplo!), que está lendo o livro Ele Simplesmente Não Está A Fim de Você pra mim neste exato momento (e só chegamos ao fim do terceiro capítulo), me disse que toda mulher com mais de 18 anos deveria ler esse livro. Então, faço um post bem rápido, até porque estou no meio de uma leitura, meio que um recado, ou aviso, ou conselho ou sei lá o quê. Atenção!

Mulheres, vocês têm o direito de irem atrás de homens quando quiserem, e devem exercê-lo. Nada de ficar sentada esperando o cara te ligar. Lembrem-se: por vezes, vocês são iguaizinhas a nós, fazem as mesmas cagadas, brincam com a gente o mesmo tempo e nós temos, sim, o direito de sairmos magoados, feridos e chateados dessas. Não somos de ferro, não. Mas muito cara finge que é. Por favor, tenham em mente que nem todos os homens são iguais, ou seja, babacas. Além disso, a culpa é compartilhada, porque tem muita gente grande o suficiente pra saber em que tipo de situação está se metendo, sem o menor pingo de ingenuidade.

Homens, deixem de ser babacas que ficam enganando mulheres e aceitem, de uma vez por todas, que elas podem e devem vir atrás de nós quando quiserem. Se isso acontecer, sinta-se lisonjeado, em vez de pensar que ela é fácil ou alguma merda do tipo. Me disseram que fui pedido em namoro e, se for sério, me sinto um cara de muita sorte por isso. Depois, você sai e escreve uma porcaria de livro que (tem lá suas partes com que eu concordo, mas que) só vai botar ainda mais lenha na fogueira da guerra dos sexos, e complicar ainda mais a vida de quem se esforça pra ser minimamente não-homem, levando em conta a pior acepção do termo. Tratem melhor as mulheres, aquelas (muitas) que merecem, e todo mundo sai ganhando.

Não pensei muito pra escrever aqui (mas tive um tempo pra pensar no banho e depois, levando um coro nas damas, e por isso a cor), é uma reação meio imediata e quero ouvir mais do livro. Greg, você é um babaca porque dá um recado até que bom, mas usa e abusa da posição de vítima em que muita mulher se coloca - conscientemente.

terça-feira, 31 de março de 2009

Do furto

"So sad
Everything's gone bad
In the dreams I've had
They all laugh at what I have"

-- Used to Be Lucky, do Wallflowers, foi a primeira coisa que veio no iTunes. Ironia, não?

* * *

Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, entre 2001 e 2003, tivemos por ano aproximadamente 19.961 furtos de veículos só na capital. Explicando o tipo penal do Furto:

Art. 155 - Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel:

Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.


No caso de furto a casa ou veículo (não do próprio), temos Furto Qualificado, no mesmo artigo do Código Penal:


§ 4º - A pena é de reclusão de 2 (dois) a 8 (oito) anos, e multa, se o crime é cometido:

I - com destruição ou rompimento de obstáculo à subtração da coisa;

II - com Abuso de confiança, ou mediante fraude, escalada ou destreza;

III - com emprego de chave falsa;

IV - mediante concurso de duas ou mais pessoas.


É o caso, por exemplo, do rádio do meu carro, que foi levado hoje. Ou dos meus dois iPods, da minha máquina, da minha blusa ano passado, dos meus óculos escuros. A única vontade que eu sinto, além da fustração de ter entrado para as estatísticas, é vontade de vender o carro, e frustração por ter mais gastos com ele, que vão deixar a minha já não tão simples vida ainda mais emocionante.

terça-feira, 24 de março de 2009

Fake Plastic Trees

Mais de 2 horas de show, 5 horas em pé, sem cerveja, doente, quase chuva, muita gente, pés doendo, sono começando a bater, dor de cabeça, sem saber como seria para ir embora, prova no dia seguinte, trabalho por fazer, noite mal dormida.

Tenta não se emocionar, tenta. Não dá.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Relativamente Falando

"Just need to get closer, closer
Lean on me now
Lean on me now
Closer, closer"

-- a letra é simples e acerta em cheio. Closer, do Travis.

* * *

Gozada a minha escolha de epígrafe, até porque... bom, do começo. Eu sou professor de inglês, mas não gostos exatamente disso. Quer dizer, gosto, mas tem lá suas coisas chatas, e uma delas é justamente ensinar comparativos e superlativos. E closer ('mais perto', just for the records) é um caso daquele, um porre pra ensinar, por ser relativamente simples e ainda assim ter gente que consegue fazer confusão. Paciência, né teacher? É, e ainda ontem eu vi isso acontecer.

Mas, ao mesmo tempo, é mega importante ensinar isso, e seria até bom se desse pra tanto professor quanto alunos pararem no meio da aula e pensarem sobre especialmente as comparações. Entre o Nilo e o Amazonas, entre Nick e Bob, entre o Brasil e os EUA? Não, entre a gente mesmo, e as que fazemos dos outros, mas não pela altura, pela idade ou qualquer outro atributo físico, ou mesmo emocional. É uma comparação de impacto subjetivo, digamos. Impacto que elas têm na nossa cabeça, no nosso coração, nas nossas atitudes - especialmente nessas, porque nem sempre a gente consegue parar pra ver isso, a menos que seja tarde demais.

E não adianta: TODO MUNDO COMPARA. Fato. Por mais que você tente não o fazer, sempre vai sentir aquela coisa de que faltou alguma coisa, ou podia ser melhor, ou foi melhor do que alguma outra vez ou ocasião, porque você tem a base, e só pode ser melhor/pior ou simplesmente diferente porque é relativo. Tudo é relativo, "depende do referencial adotado", diria o Chico, meu (brilhante) professor de física do colegial, até porque somos um saco de carne e ossos pensante, racional, fruto de nossas experiências, e negar isso é querer negar tudo que se vive, de bom ou de ruim. E não é de todo ruim, porque algumas coisas são melhores do que as outras, pessoas que acabam por nos agradar mais do que outras, atitudes com as quais nos identificamos menos do que outras... sempre o "mais/menos que".

Eu mesmo ando me pegando nisso, porque frequentemente acho que já fui menos reclamão, menos propenso a ficar irritado, menos crítico (não do que os outros fazem, mas do mundo mesmo), mais de bem com a vida, mais desencanado, menos estressado. Acho que até mais esperançoso.

Mas o complicado é, voltando, pessoas. A gente comparando e sendo comparado, porque muitas vezes é uma coisa desigual, e certos filtros vão sendo colocados que distorcem ou norteiam essas comparações. E o mais complicado é saber que somos todos diferentes, a tal ponto que às vezes é como querer jogar Super Trunfo com cartas misturadas de diferentes temas, tipo um de "Caminhões Envenenados" (meu primeiro baralho desses, de partidas que nunca acabavam com o Otávio, meu primo, no alpendre da casa da minha avó) e o outro de "Super Motos", nada a ver. Só que o fato de ambos terem um motor e um dos itens de ambas as cartas ser Km/h faz com que, automaticamente, coloquemos as cartas lado a lado pra ver qual é melhor. Não dá, mas a gente insiste, por mais que racionalmente saibamos que o certo é separar os baralhos - sorry, impossível. Tem cartas que ficam perdidas e nunca voltam ao deck original.

Um exemplo prático de como essa coisa toda atrapalha a gente mais do que deveria? Música. Tem muita banda boa hoje, mas a gente insiste em rotular e dizer "Ah, parece com Fulano". Eu mesmo fui ouvir The Last Shadow Puppets, porque o Last.fm me disse que era similar a Franz Ferdinand e The Kooks, por exemplo. Gostei? Nada, uma merda, mas porque eu tava esperando uma coisa e ouvi outra. Será que se eu não tivesse comparado, mesmo que previamente, eu teria gostado? Pode até ser, mas dá pra fazer? Complicado, complicado mesmo, e talvez o coitado do Alex Turner (vocalista do Arctic Monkeys também, por sinal) tenha se queimado sem culpa, porque eu não dei uma chance justa a ele. Ou não, porque é chato pra burro mesmo.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Certezas

Não quero alguém que morra de amor por mim...

Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.

Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...

Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...

Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.

Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...

Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento...e não brinque com ele.

E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...

Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.

Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.

Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.

Mário Quintana

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Mesmo Que Mude

A música já me bateu algumas vezes, socos mesmo. E hoje, na volta de um aluno, mais uma vez. Por ser em português, não vale a pena postar a letra, mas sim ouvir a música.

Eu tenho medo, mas muito medo dela.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Cx. mensagens

"Shake it, Shake it
Take it to the spot
You know she make it really hot
Get it on, get it up
Come on give it all you got"

-- o AC/DC quase não mudou em Rock N Roll Train. Graças a Deus.

* * *

Tudo em (sic).

"Paulinho querido! Um beijo enorme de Feliz Aniversário directamente de Lisboa, da mesa da minha cozinha! :) Obrigada pelo convite! Adorava estar a festejar contigo. Espero que o teu dia esteja a ser demais! Gosto muito de ti! Parabéeeeens!!!!"
* 22:37:56

"Aqui ja e' 25 e vc deve estar na sua festa, entao feliz aniversario! Depois a gente conversa direito! Beijao! Saudades!"
* 01:07:50

"Feliz aniversario,amiguinho! Desculpa, fui arrastada p praia, mas tomei 1 devassa por vc kk! Td d bao pra ti! Bjao"
* 00:10:28

"Ola querido,meus parabéns! mta paz,saude,sucesso,que este ano seja d plenas realizacoespra voce!te ligo logo mais!bjao!"
* 11:39:40

"Parabens pelo nat. Tentamos falar mas nao conseguimos. Qdo.puder nos ligue. Bjs."
* 12:13:25

"Feliz aniversario! Tudo de bom pra vc, hj e sempre! Vc merece! Beijao direto de orlando!"
* 10:37:50

"Teacher! Parabens!!!! E feliz ano novo!!! Bj"
* 17:19:56

"Paulooo, prabéns! Td de bom pra vc sempre! Se amanhã vc aparecer na Winner te dou seu abraço! Se não, era era! Hehehe... Bjos"
* 17:39:12

"Oi querido! Realmente estou viajando. :). Olha, te desejo o melhor, de verdade. Seja feliz. Aproveite seu dia, seu ano, sua vida! Beijao."
* 17:53:49

"Heeeeeeey HAPPYYYYYYY BIRTHDAY.... Te desejo tudo de melhor... Vamos marcar outro bar de comemoraÇao aniversarialll LOGO miss u"
* 18:29:04

"Paulinhoooo! PARABENS!! Tudo de bom..muita paz, saude e muito sucesso!! Saudaede..como vc ta? Um bjo e enjoy your day!!"
* 19:56:48

"Pensou q eu esqueci seu niver?! Enganou-se... HAPPY BIRTHDAY and I wish u have 100s of chill bottles of beer! Bear hug!"
* 20:22:35

"Paulo, desejo te um ano cheio de vida, amor e saude. Feliz aniversario! Espero q nao esteja bravo comigo. Te adoro apesar de ñ parecer rs. Bj"
* 21:00:34

"Parabéns, Pa! Tudo de magico pra vc! Beijo."
* 21:52:13

"Paulinhooo! Pauleti! Parabéns! Tudo de bao pra vc nesse ano! Espero q a festa tenha sido legal. To em pira, volto amanha. Vamo toma todas qquer dia. Bjao"
* 22:01:54

"Parabéns! Tudo d bom moÇo! Queria ter ido ontem, mas nao consegui... Comemore mto! Beijao"
* 23:02:47

Por essas, por quem lembrou, por quem se deu ao trabalho de me vir até aqui me abraçar, pelos e-mails, pelos telefonemas - de longe, de perto, que atendi, que não atendi - e especialmente por uma fofa que eu chamo de NAMORADA com gosto, que me ajudou mais do que eu podia querer, foi um dia especial.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Kanst Du Portugiesisch schprechen?

"E como será?
O vento vai dizer
lento o que virá"

-- ouvir O Vento, do Los Hermanos, me traz sensações contraditórias, por pessoas contraditórias.

* * *

Eu falo inglês decentemente desde uns 10 anos de idade, e hoje é pra mim segunda língua. Meu espanhol é o suficiente para ir pra Barcelona e pra Buenos Aires e me virar sem ter que apelar. O que eu aprendi de francês com a Laura, especialmente, me garantiu na Bélgica, em Paris e no pub uma vez, além me ajudar a escapar de uma multa de €73 por conta de um erro no metrô, em Bruxelas. Mas isso não é pra mostrar como eu sou viajado ou como eu sei falar outras coisas, até porque eu tenho é vergonha de não ter ido mais além no espanhol ou no francês. É pra falar do bom e velho português.

Sim, minha língua-mãe, aquela que eu adquiri e não aprendi, que é o terror de tantos alunos e me fez sorrir ao chegar a Portugal só pelo fato de existir. A língua de Machado de Assis, de Guimarães Rosa e de Carlos Drummond de Andrade, de Camões, Fernando Pessoa e José Saramago, entre outros tantos. A língua que eu faço questão de enumerar como primeira sempre que me perguntam quais eu falo, como deve ser. Aquela que, com esse novo acordo, vai dar um nó na cabeça de muita gente, sendo que mesmo como "era" já era complicada o bastante, com tantas regras, num país onde se tem tantos analfabetos funcionais que mal sabem ler textos básicos. A língua do colonizador, a minha, a sua, a nossa.

Muitas vezes eu me pego pensando em postar, por exemplo, em inglês, ou mesmo em francês, como já fiz antes e como é um rascunho que nunca vai ser publicado. Mas a real é que eu gosto mesmo é de escrever em português, porque eu ME levo a sério. Percebi isso alguns anos atrás, e foi quando percebi que não poderia dar aulas de inglês pro resto da vida, porque não é sério, não é real, não é a expressão real do que eu tenho dentro de mim e quero colocar pra fora. Eu sinto que, quando falo em inglês, estou dando aula, são exemplos ou papo pra aluno, coisas do tipo, a menos que seja o caso de expressões que não tenham uma tradução decente o bastante, e então... eu não me levo tanto a sério, o que tem me forçado cada vez mais a me forçar a usar português, com ou sem erros, formal ou informal, oral ou escrito. Não quero dizer que usar inglês é péssimo, mas o problema está justamente em quando usar o inglês, ou com quem.

Não sei bem o porquê de estar escrevendo isso aqui, mas acho que é um tipo de aviso. Não sei. Não sei nem mesmo se o francês e o espanhol sofrem desse "mal", talvez não dado o nível deles pra mim, mas o inglês acaba sofrendo, coitado. E a verdade é que eu me sinto mal toda vez que tento falar alguma coisa, tento me expôr, e acabo recorrendo a ele, por ser mais fácil, por as palavras não terem o mesmo peso e, assim, eu proteger alguma coisa, que eu nem mesmo sei o que é.

* * *

Agradecimentos ao Fiu pela ajuda com o título. Que, por favor, é uma certa ironia.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Top 5?

"These days with you have come to pass
We've seen some dreams and we've tried hard to make them last
We've learned a lot along our way
So in simple words, I will try to say"

-- sabe quando a música meio que cai como uma luva, até mesmo a última frase? É o caso de These Days Without You, do Neal Casal. De bandeija, agora.

* * *

Tive das mais agradáveis horas dirigindo - sozinho, em silêncio - de volta de Angra dos Reis na quarta, depois de tanta enrolação e estresse. Deu pra pensar, tomar algumas decisões e até mesmo bolar um Top 5 que faria muito sentido, mas que nunca vai ser feito. Daí quando eu passei a ouvir algumas músicas, me toquei que uma delas, que faria parte da tal lista, serve e muito pra mim. E o mais curioso? Só consegui fazer duas partes, mais uma que veio ontem pelo YouTube, e é uma coisa em aberto, com espaço pra mais.

Acho que eu posso de chamar de Top 5 Músicas Para Mim Mesmo. Sim, é isso, e não está terminado, porque ainda temos um ano inteiro pela frente, mas elas traduzem o que está dentro de mim, e também me dizem muita coisa.

1. Ben Harper & The Innocent Criminals - Fight Outta You
2. Foo Fighters - Best of You
3. Kate Nash - Nicest Thing
4.
5.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Feliz 2009!

"People are crazy and times are strange
I'm locked in tight, I'm out of range
I used to care, but things have changed"

-- esse ano quero chegar ao fim e, como Bob Dylan, dizer que Things Have Changed. Nem todas.

* * *

Praia nem tão lotada, fogos por mais de 20 minutos, tequila, banho de espumante/cidra/champagne, amigos, tequila e cerveja, abraços, fotos, SMS fofos e queridos... e o mar. Paz, tranquilidade, sozinho naquela imensidão, sentindo que a água ia lavando, levando, trazendo; finalmente acreditei naquil0 de vibes e energias.

Se o ano resolver seguir a promessa de ontem, vai ser bom, muito bom. E não me importo que seja difícil, porque isso sempre é.