domingo, 2 de dezembro de 2007

Felipe


Levanta a cabeça, rapaz. Você é o único a não ter culpa nenhuma nisso tudo. Nós é que te devemos agradecimentos.

E eu, que uma vez jurei nunca mais verter lágrimas por ti, chorei hoje, Corinthians.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Primeira Impressão

Dizem que a primeira impressão é a que fica, mas eu pelo menos já vi provado por A + B que isso é lorota. Quem se interessaria tanto por alguém que, logo na primeira noite, vomita numa festa porque "caiu a pressão"? Ou mesmo um cara que senta na sua frente, sorri, bate papo e paga pau pra menina ao lado? Mas ainda assim a gente consegue relevar a situação e mudar tudo, porque é meio óbvio que primeiras impressões podem ser erradíssimas.

Não só de pessoas, porque tem uma porção de bandas que, à primeira ouvida, foi uma "Afe, que merda é essa?" pra dali um tempo estar dizendo "É, bem legal", como foi o Manic Street Preachers ou mesmo o Keane, sendo que pra esse teve até som entoado no talo, e mais um tanto de partes mais chatas. Ainda assim, foi a primeira impressão que foi errada (ah, o Beck teve isso também comigo).

Mas voltando às pessoas, chega a ser irritante como tanta gente "fecha" a cara e nem quer mais saber dos outros, não vai com a cara às vezes sem motivo e fica por isso mesmo. Ou nem chega a tanto, mas cria uma indisposição mais enraizada que jatobá na Bahia, e isso em 5 minutos. Parece, na verdade, minha mãe que, depois de 5 ou 10 minutos, decidiu que "Cidade de Deus" era uma merda de filme e não ia ficar acordada pra ver, mesmo com a opinião pública e até a da Veja contra ela. E o duro é que isso não é coisa de gente mais velha, not at all. Molecada e "jovens" adultos muitas vezes fazem a mesma coisa.

Claro que tem coisa que é chata ou ruim mesmo, e gente com quem o santo não bate nem depois de reza braba, mas por que não dar essa chance só lá pela terceira vez? Afinal, mulheres, que impressão nós, homens, faríamos de vocês se tivessemos a sorte de conhecê-las na TPM?

Às vezes, ainda é o contrário, porque a pessoa vai com a sua cara, e você tem a bendita impressão de que todo mundo não gostou, achou ruim, detestou, odiou, e tem mais é que sentar "o dedo nessa porra". Seja algo que você fez, seja você mesmo. Mas a maldita é, no fundo, a mesma, e talvez ainda mais difícil de lidar, porque não dá muito pra deixar de lado, já que você vive consigo mesmo.

Acho que, no fundo, escrevo isso porque essa semana me veio como eu mesmo tenho problemas com isso, especialmente a segunda parte. Acho que sou mais crítico pra música e filmes, mas com pessoas bem aberto (ui!), tanto que é bem difícil eu não dar um parecer inicial diferente de "Gente boa" pras pessoas, como já me zoaram bastante. Mas quando é comigo mesmo, a coisa muda. Você pode até ficar no bar até 2 da manhã sendo que ia embora às 23h que eu ainda vou achar que a pessoa não foi com a cara ou ficou porque não tinha coisa melhor pra fazer. Chato, né? Mas ainda mudo isso! rs

(e pelo amor de Deus, não estou pedindo pras pessoas terem pena de mim, até porque acho que tive bem clara algumas demonstrações de como já estive errado, e até vivo uma delas)

Aproveito pra agradecer uma das pessoas que conseguiram me fazer ver que ainda posso causar uma boa primeira impressão, e sem orkut ou MSN pra ajudar, nem mesmo álcool. É isso que faz a esperança ficar viva de que eu ainda chego lá. Coloco uma foto nossa, que não reflete de forma alguma como eu gosto dela, mas ainda assim... é ótima! E não é bafo, eu que fiz careta na hora da foto mesmo.

E, pra quem fica, "beeeeeeeeeeeeeejo".

* * *



terça-feira, 20 de novembro de 2007

Pérolas

(vagando pelas ruas de Ouro Preto)

- Ah, velho, a gente fica mesmo inventando umas coisas pra isso de CS, mas o mais comum é o Casual Sex mesmo. Nunca tinha ouvido essa?

- Um amigo meu diz que isso de sexo casual é muito mal visto. O cara nem conhece a menina, e ela vai querer deitar a cabeça no peito, fazer carinho. Ele diz que o ideal seria fazer, e quando acaba, o cara vira de lado. Quando volta, a mulher sumiu e aparece uma mesa com cerveja e dois chegados dele pra bater papo e falar do sexo.

- Mas ele aparece de roupa já?

- Daí é problema dele, sei lá.

* * *

A velha sabedoria mineira, em homenagem ao Sr. Ilustríssimo Embaixador Ricardo. Colega.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

a.k.a. "the Nicest Man on Rock"

Outro dia ainda, lendo a revista Rolling Stone pude fazer duas constatações. Uma que a revista ainda precisar comer muito arroz com feijão, e outra: Dave Grohl é um cara legal.

Ele deu uma entrevista logo antes de soltar o novo disco do Foo Fighters, Echoes, Silence, Patience and Grace, e era uma coisa muito legal de se ler, ainda mais considerando a imagem de um cara meio doido que ele é, ou mesmo o esteriótipo do "rock n' roll star". Ele fala de família, de como é importante ter essa base, que eles são até mais importantes do que música na vida dele, e por aí foi. A descrição da filhinha dele, Violet, é uma coisa fofa, por sinal. Queria que meu pai tivesse me feito escutar Amy Winehouse desde pequeno. Se bem que, em 1984, era mais fácil ele ter colocado Metallica - ou algum metal farofa, meda. Mas o fato é que a entrevista dele é muito "bonitinha", bem pra família ler, achei meio estranha, só que é meio assim mesmo.

Daí, lendo a Q, revista realmente bacana mas que tem listas do tipo "The Greatest British Albums Ever!" a cada 4 edições - não sei como conseguem inventar tanta coisa! -, ele ainda fala justamente sobre a Rolling Stone, sobre como metade dela tem propaganda e questiona a credibilidade de uma revista de música que só tem 25% do conteúdo sobre música. Na real, a Q fica com umas coisas de querer palavrão, resposta mais "uh!" e afins. Tive o prazer de redescobrir uma delas que comprei nos EUA, em 2005, com uma baita entrevista dele, falando do suícidio do Kurt Cobain e coisas mais "sérias" ou polêmicas. Ainda assim, ele é um cara legal.

Isso sem contar os covers que dá pra achar na net que ele fez, de Led Zeppelin ("Starway to Heaven") a Creed (a engraçadíssima "With Arms Wide Open", que merece isso e pior). Mas tem um vídeo que é muito bom (MUITO!), por dois motivos: é legal em si - como não gostar de "Tiny Dancer", do Elton John? - e mostra que ele gosta de "Almost Famous", um dos meus filmes favoritos. Dave Grohl é um cara legal. Salve o YouTube! (sorry, não postei nada, então deixa a bunda mole de lado e vá atrás)



Sem contar que ele é baterista dos bons, e todo santo álbum em que ele resolve ajudar, a coisa melhora: Queens of the Stone Age e até mesmo o segundo da Juliette and the Licks. Não sabia que era ele? Pois é. Não é a toa que a própria Q o chamou de "the Nicest Man on Rock". Agora você sabe, e admita: ele não é mesmo um cara legal?

sábado, 3 de novembro de 2007

Foto


"Video's a poor excuse, I know. But it helps me remember... and I need to remember... Sometimes there's so much beauty in the world I feel like I can't take it, like my heart's going to cave in. "
-- Ricky Fitts

* * *

Foto tirada na Marginal, numa sexta-feira de muito trânsito. Como sempre, em São Paulo, um lugar onde curiosamente tal beleza é fruto da poluição. Ironias da vida.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Como (quase) me fudi no Tim Festival

Foram idas e vindas à Fnac pra comprar ingressos, e uma conta de telefone esquecida, por conta de desespero do tipo "preciso ir comprar logo que se não acaba, e eu me fodo", quando na real outras pessoas iriam se dar mal. Mas vamos lá, nada começar a peregrinação, tentar ser legal com os outros e ainda levar algumas boas patadas no meio do caminho. Passa o tempo, você faz planos e arruma a casa, pede pra te ajudarem a limpar tudo - até porque não é só por conta de seus convidados - e fica sozinho nessa. Mas a empolgação ainda conta mais alto, vamos lá!

Chega o dia do show, sem poder entrar com a máquina - toca a correr de volta pra levar. Não, Valerie, não estamos em Londres e nem morto eu deixo a minha, dá a sua aqui que eu levo. E toca voltar, ser revistado de novo... e descobrir que a cerveja é cara e tá quente. Beleza, eu nem bebo em show mesmo (o Skank se mostrou eficientíssimo nisso). E daí que acabou até água e Guaraná? A gente continua lá, firme e forte!

Daí vem atraso. Falha no som. E o papo vai, papo vem, surge o tio com o Club Social e a vida continua numa boa. Francesas viram gnomos, sumindo e voltando a todos os instantes, e isso meio que segura o povo, mas até aí... quem nunca ficou pra trás porque parou pra bater papo? A pena é que não dá pra gente encontrar todo mundo que queria. Mas como o mundo tem 600 pessoas, give or take, a gente ainda vai se ver de novo, mesmo que rapidinho.

Então, quem tá bodeado resolve dar o gorpe e ir pro carro. Toca uma ida ao posto médico, e na volta, mijam na sua perna (odeio a palavra, mas é com tanta raiva que eufemismo não cabe). O filho da puta tão bêbado que alguém tem o bom senso de tirá-lo dali antes de levar uma saraivada de socos - não só meus, que fique claro - pra fazer o bicho dormir quietinho, quietinho.

E os pés doendo. As costas também. A salsicha do cachorro quente crua, não tem mostarda.

A verdade é que deu vontade de pedir penico, e fica aquela coisa de "deveria rolar um certo boicote ao ano que vem por essa palhaçada de atraso", mas a gente tá no Brasil, e bons shows não se deixa escapar. Mas os fãs (escrotos de bandas?) parece que não protestam, são sensíveis demais pra isso, e aquelas camisetas listradas e os óculos quadrados devem fazer algo de ruim a eles. Ou então é o piercing na bochecha e o cabelo colado na testa. Show de bola! Me faz pensar em quando xinguei no show do Los Hermanos e olharam feio pra mim. Tenha dó! (e não, isso não foi trocadilho com a banda)

Mas e o resultado de tudo isso? Um sorriso cansado e sincero na cara, graças aos Arctic Monkeys e, especialmente, aos The Killers, como diriam os tugas. Entrar com coisa de 3 horas de atraso e ainda respeitar a platéia, além de mandar um show absurdamente BOM e competente... valeu tudo isso aí atrás. A gente se fode, é verdade, mas o bigode do Brandon Flowers (o Mike Tyson do rock, de Las Vegas) foi mais forte, e saímos todos como que caminhando em nuvens, ainda mais se não era preciso pensar no trabalho no dia seguinte. Que show, meu Deus!!! Ainda havia restado até um pico de energia que apareceu na vontade de socar um emo, pra ver se ele cria vergonha na cara.

Paulão não sabia de nada quando disse que o duro é a água gelada no saco. Domingo a coisa foi brava, era pra se fuder, mas boa música compensa. E como.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Anedota

Hoje li uma frase que me fez pensar em como eu dou risada de basicamente tudo - especialmente de mim mesmo - e como isso é bom. E como faz falta, pra falar a verdade. Muita gente acha gostoso ver um neném rir, mas quando um homem (moi?) se mata de rir, é bem tachado de "infantil" ou algum absurdo do tipo.

(foda-se)

Mas a bendita é do Mário Quintana, grande poeta. Diz que "o grande consolo das velhas anedotas são os recém-nascidos", o que me faz pensar que eu sou um consolo e tanto, então. Prova disso? Passo mal ao ouvir ou mesmo contar essa piada, e não é a do Euclides, pra quem conhece e odeia tanto. Assim, ó:

"Uma vez, quando Manuel voltava pra sua casa, avistou um pingüim em seu jardim. Aí, o Manuel perguntou pro vizinho dele:
- Óh Joaquim, o que faço com este pingüim?
- Óh Manuel, tu deves levá-lo ao zoológico, ora pois!
No dia seguinte Joaquim vê o Manuel passeando com o pingüim puxando-o por uma coleirinha. Aí o Joaquim pergunta:
- Ora Manuel, não levaste o pingüim ao zoológico ainda?
- Mas é claro que sim, Joaquim, e ele adorou! Agora estou a levar o bichinho ao Playcenter."

Salve a boa e velha anedota!

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Belos e Malditos

Letícia. Professor Girafales (nosso bom "Mestre Lingüiça"). Leir, Márcio "Coxinha". Iole. John Keating, Louanne Johnson, Glenn Holland e Mark Thackeray. Flávio Wolf de Aguiar. Paulo Freire.

Eu realmente não desejo mal a nenhum de vocês, e nem poderia a alguns. Escolhas sempre foram minhas, sei disso. Mas hoje, diferente de dois anos atrás, malditos sejam vocês, belos e malditos.

domingo, 7 de outubro de 2007

Pra gostar de SP...

Confesso que uma conversa de ontem me deixou pensando nas coisas de que gosto de SP, e é difícil pensar em tantas assim. Quer dizer, claro que a cidade é boa, mas quando eu peso, dá vontade de sair correndo quase que na hora, especialmente se estou dirigindo, preso no trânsito ou algo assim. Daí, resolvi fazer um Top 5 das coisas que gosto. Meio que sem explicação, mas eu adoraria que as pessoas me mostrassem o que tem de tão bom, além do velho "Ah, eu gosto de saber que tem tudo se eu precisar", porque a gente sabe bem que ninguém usa nem metade disso e viveria muito bem sem.
Anyway, de que eu gosto?

1. Avenida Paulista
Meu endereço favorito. Gente de todos os tipos; comida pra tudo quanto é lado (e salve o yakissoba vagabundo!); um parque; a Livraria Cultura e a Fnac; o MASP e o saguão embaixo dele, que vai perder muito do charme; cinemas bons; fácil de chegar, conexões pra cidade praticamente inteira.

2. Teatro
Antes, eu não dizia isso porque nunca ia, mas agora que eu criei vergonha na cara, posso falar. Teatro em SP não tem igual, e é uma pena que esse seja talvez o mais "tem quando quero" menos aproveitado por qualquer bom paulistano.

3. Shows
Aqui não precisa nem de explicação, ainda que os Stones e o Weezer não tenham tocado por aqui. Talvez o motivo que mais me prenda aqui, sem contar as pessoas, é claro.

4. O'Malley's
Pode parecer bobagem, ainda mais com a quantidade de bares que esse lugar tem, mas lá é especial, sem outro que se equipare. Infelizmente, fechado. Até quando? Desde a Montana, em Poços, não me sentia tão orfão de bar. Só falta fecharem o Krystal e o Rei das Batidas. Aí é pra morrer.

5. Ônibus
Por mais que eu ODEIE o trânsito desse lugar, não dá pra negar: os ônibus são bons. A Marta, xinguem o quanto for, deu uma melhorada incrível no serviço, e ele é bom, vai pra tudo quanto é canto. Já conheci gente e fiz amigos dentro do 177P, dormia todo dia indo pra aula, leio bastante, e ainda por cima é um preço razoável, considerando a extensão da coisa. Eu, em especial, sou privilegiado, porque aqui perto de casa tem ônibus a rodo, e eles me levam pros lugares que eu mais gosto de ir. Bilhete Único, então, é só alegria.

Deixei passar o quê?

domingo, 30 de setembro de 2007

Motinha

Despedir-se de alguém é sempre muito chato. Claro que tem gente que, não dá pra negar, é melhor ver pelas costas do que pela frente, e eu não sou hipócrita pra dizer que isso não existe. Já dei muito tchau na minha vida rezando pra nunca mais ver o sujeito na minha frente, ou mesmo fiquei calado diante de um "a gente se fala", porque não era minha intenção fazê-lo. Pior ainda quando a pessoa diz que tá com saudade e sua vontade é de falar "eu não, sorry". Podem me chamar de amargurado ou algo assim, mas eu tenho a sensação de que eu já tive experiências o bastante pra saber quando dizer isso ou não, porque eu gosto só de dizer pras pessoas de quem eu vou sentir falta mesmo, sentir saudade, ficar triste em ver ir embora ou simplesmente subir num ônibus, entrar num taxi. Qualquer coisa do tipo.

Nesse sentido, parece muito que "tô com saudade" (ou mesmo "saudades") anda sendo banalizado como "eu te amo". Talvez por trabalhar com molecada de 15 anos, mais ou menos, eu fico vendo o tanto que eles escrevem isso, quando não um "xaudadi" ou "ti amu, miguxa" e coisas assim. Afe! Ver como os americanos usam o tal "I love you" é uma coisa que me deixa meio deprimido, porque se diz pra gente que mal se conhece, e não tô falando de paixões relâmpago ou algo assim. No, sir. E o Brasil segue o mesmo rumo, só que isso chega a ser pior com o lance da saudade. Talvez porque nós, que nos orgulhamos tanto de ter uma palavra tão carregada de sentido e bela em nosso léxico, estejamos fazendo com que ela vire outra palavra qualquer, que se diz pra qualquer bobo que passa na rua. Imagine isso no telemarketing. "Obrigado, senhor. Vou estar sentindo saudades, te amo", que horror!

Isso faz a gente pensar até um pouco na própria carreira, ao menos na minha: Letras. Tanta gente acha sem sentido, meio sem lugar no mundo hoje a não ser que seja tradução, e ainda assim tem que ser pro Harry Potter. Mas eu sinto que pra mim serviu pra mostrar o quanto palavras são importantes, como umas conversas no MSN claramente mostram, e isso não deve ser perdido. Nunca, de jeito nenhum, e quanto menos a gente cultiva uma cultura que mostra essa importância, mais cedo os sentidos vão se esvaziando. E o sentido de "estou com saudade" é grande, ao menos pra mim. Ter ido pra longe daqueles de quem eu gosto tanto desde mais novo me mostrou o peso que isso tem; queria que outros pudessem ver isso um pouco melhor em vez de soltar essas coisas a torto e a direito. É pensar um pouco, ver se vale a pena falar, e o fazer com mais sinceridade, really mening it.

Bom, bobeira da minha parte? Talvez sim, e talvez seja exagero meu, como eu achei de um cara uma vez que dizia que os americanos estavam estragando o inglês por dizerem "have a nice day" sem querer realmente dizer aquilo (pra mim, é ser minimamente simpático), até porque desejar um bom dia não mata ninguém. Mas isso tudo hoje veio por um motivo, além da vontade de escrever um post sobre isso. Poderia ter sido melhor, eu juro que já ouvi uma música que falava justamente disso, e eu até mesmo pensei em falar sobre como eu sinto saudade de mim mesmo - é, eu sinto mesmo. Só que hoje tinha motivo forte, pra mim.

Boa sorte, Flávio, ou Motinha, nessa empreitada. Acho que não preciso falar, mas rezei muito por você, e torço pra que tudo dê certo, e sua vida pelos próximos dois anos te faça crescer, te acrescente muita coisa boa. Nunca tive problemas em admitir isso, e não vai ser agora que vai ser diferente. Sempre senti e sinto já saudade de você, amigo. Vai com Deus, e se cuida pra voltar, porque você faz falta.